Author: igormscaldini

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Novo recurso do Instagram para perfis comerciais é aposta da marca

Desde que a rede social de fotos foi comprada pelo Facebook, em 2012, o Instagram mudou muito.

O que foi mais impactado, além da integração com outras redes sociais, foi a monetização de serviços dentro do aplicativo e em aplicativos como o Whats App. A estratégia de Mark Zuckerberg parece ser, nesse ponto, facilitar ainda mais a vida das empresas e rentabilizar através de anúncios.

Com isso em mente, fica fácil entender a nova função: com o novo recurso do Instagram, pode-se criar stories de propagandas direcionadas para usuários que não sigam a marca, segmentando de acordo com filtros de gostos pessoais e curtidas.

A estratégia, ao que parece, será parecida com o “Promover” do Facebook.

A promoção de marcas e anúncios do Facebook foi uma das primeiras maneiras de monetização da plataforma

Além disso, também surgiram novidades em:

  • Instagram Analytics: a plataforma, que já existia, agora conta com novas funcionalidades, entre elas uma análise cruzando dados entre as plataformas, oferecendo mais insights sobre o comportamento dos usuários no Facebook e em outros aplicativos;
  • IGTV: ainda não muito popular, a funcionalidade agora permite que os usuários criem uma prévia para ser divulgada nos stories. Essa é uma maneira de buscar cada vez mais popularizar a ferramenta e atrair produtores de vídeo para a plataforma.

Percebe-se uma clara necessidade de agradar os sócios e acionistas do Facebook com essas plataformas. Com dados cada vez mais específicos e informações em relatórios mais e mais pontuais, a estratégia da empresa migra cada vez mais para as demandas dos anunciantes.

Essa é uma maneira de tentar fazer com que alguns dos acionistas que abandonaram a empresa de Zuckerberg voltem a investir pelos novos benefícios.

A notícia significa, então, que será ainda mais fácil obter feedbacks e relatórios de campanha e engajamento das redes sociais. Com essas novas funções, será possível estudar campanhas pagas e orgânicas com maior profundidade, sem perder dinheiro procurando às cegas por respostas mais específicas.

Resta saber como os usuários devem reagir às mudanças, especialmente às alterações nos anúncios em stories.

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Como publicar seu livro sem gastar dinheiro

Quando decidi escrever meu primeiro livro, eu sabia que enfrentaria algumas dificuldades, só não sabia quais seriam elas. Hoje, depois de alguns anos já atuando no mercado literário, ainda que como artista independente, vou falar um pouco sobre como publicar seu livro sem gastar dinheiro, mas essa jornada começou há alguns anos…

Na época, eu tinha 17 anos e muita vontade de escrever, mas sabia muito pouco sobre o processo de construção de um livro e, menos ainda, sobre como publicar.

Enquanto desenvolvia e aprendia sobre técnicas de escrita, fui, ao mesmo tempo, procurando quais eram minhas opções enquanto escritor desconhecido.

De lá pra cá, muitas coisas aconteceram, e hoje eu compartilho com vocês como publicar seu livro sem gastar dinheiro algum com impressão e diagramação.

A primeira opção de todo autor

Algo com que todo autor, ou praticamente todo autor, espera é um contrato com uma grande editora para ter seus livros publicados. Infelizmente, em um mercado altamente competitivo e saturado, existem algumas dificuldades nesse processo.

A primeira grande dificuldade é, justamente, o volume de concorrentes diretos. A cada dia, com a popularização de meios de comunicação e a entrada de outros players no mercado literário (vide celebridades da internet), conseguir espaço para ser contratado por uma editora se faz mais complexo.

Como todo negócio, editoras querem fazer dinheiro e, como os livros são produtos e os escritores são as próprias marcas, é necessário investir em conteúdo já conhecido pelo mercado e pelo público.

Autores desconhecidos, ao menos no mercado literário brasileiro, tem bem menos chances de conseguir entrar no segmento por um motivo óbvio: os riscos de não vender são grandes.

Somado a isso, há ainda o grande desafio de se inserir culturalmente diante de uma população com baixos hábitos de leitura e ainda passando por um processo de universalização da alfabetização. Essa baixa “erudição” estrito senso impacta diretamente, inclusive, na percepção que se tem dos produtos culturais.

Há a famosa “síndrome do vira-lata” diante de materiais culturais brasileiros e essa baixa aceitação de autores regionais e nacionais diminui ainda mais o interesse das editoras em artistas independentes ou em começo de carreira.

Se você acha que não é bem assim, basta perceber como se preferem clássicos internacionais aos nacionais. Em termos de aceitação de público, livros estrangeiros ganham muito mais destaque.

Por esse fator e pelo sucesso garantido que alguns best-sellers oferecem (vendeu bem nos EUA vai vender bem em outros lugares), as editoras costumam não investir bem em escritores em começo de carreira. Foi a conclusão que cheguei com meus 17 anos e, diante disso, precisei procurar novas opções.

A segunda opção de todos os autores

Diante da perspectiva de ser ignorado por editoras grandes (como fui, de fato, ignorado ao enviar meus materiais e e-mails), decidi procurar por uma alternativa que me desse mais liberdade para escrever sobre os temas do meu interesse, da maneira que melhor me conviesse.

Meu primeiro livro, A Pergunta no Espelho, estava escrito já nessa época, e eu procurava uma maneira de lançá-lo. Foi quando descobri as Prestadoras de Serviço.

Basicamente, são gráficas que oferecem serviços editoriais como diagramação, revisão e arte de capa para o livro, além da própria impressão. Tudo isso, claro, a um custo. E sendo um rapaz latino-americano eu não tinha dinheiro no banco nem amigos importantes, por isso, não pude ir por esse lado.

As prestadoras de serviço oferecem um produto mais imediato e que corresponde exatamente ao que deseja, ao contrário das grandes editoras que interferem bastante no produto final para criar um livro mais comercial. Por um lado, senso crítico nenhum, do outro, muitas interferências criativas.

Além disso, dependendo do volume, prestadoras de serviço podem sair muito caras, e isso desmotiva muitos escritores iniciantes, sem dinheiro nem maneiras de viabilizar o projeto.

Mais uma vez, esse também era meu caso. Desconhecido, jovem e sem um real para gastar, era preciso procurar ainda outro meio, que não esse já fora das mídias de produção tradicionais.

O plano b para quem sabe procurar

Talvez esse fosse o plano C, mas as duas opções acima ainda lidam com dinheiro particular. Passado certo momento, enquanto procurava por maneiras alternativas de publicação, me foi sugerido uma Lei de Incentivo à Cultura.

Resumindo de maneira brusca, essas leis utilizam de verba pública destinada à cultura e passam por escritórios dentro das prefeituras. Como cada prefeitura vai gastar, cabe a ela, mas na minha cidade havia uma Lei de Incentivo que abria editais anualmente para autores tentarem inserir seus projetos e receberem verba.

Era necessário oferecer toda uma série de documentos e justificativas que caracterizassem o livro como um investimento válido para a prefeitura. Mesmo que fosse dinheiro público, era preciso aplicá-lo bem em projetos que realmente trouxessem acréscimos à cultura local.

Nesse período, liguei para gráficas, editores, revisores, diagramadores, artistas de capa e, com isso, fui adquirindo mais conhecimento técnico sobre produção editorial.

Recolhidas as informações, apliquei meu projeto e fui recusado na segunda fase, a de avaliação de argumento. Sequer cheguei à fase de avaliação de conteúdo, e isso frustrou ainda mais meus planos. Já com 18 anos minhas chances de me tornar um jovem best-seller e não precisar fazer faculdade foram frustradas.

Fiz o ENEM, engavetei o projeto do livro e segui, em parte, com minha vida. Foi quando, na virada para 2016, eu tive uma ideia.

O plano C e a terceira via

Nesse momento já havia desistido de qualquer expectativa em torno do mercado tradicional e de iniciativas públicas. Como qualquer clichê de jovem artista, estava revoltado. Com isso, decidi optar por uma decisão e uma saída que me agradassem mais.

Junto de mais três amigos, fundamos um site de cultura colaborativa para artistas independentes: o Pergaminho Virtual.

Meu propósito com o site era o de profissionalizar artistas em diferentes segmentos para que eles pudessem rentabilizar seus projetos. Por um ano, estruturei nosso site e fui me juntando aos mais diversos colaboradores, de diferentes lugares.

Em 2017, apliquei o que, no marketing, poderia ser chamado de MPV, mínimo produto viável. Escrevi um conto de 50 páginas chamado A Pedra no Caminho e fiz toda a produção de capa, diagramação e desenvolvimento por conta própria. Em seguida, lancei-o de forma digital em nosso site.

Funcionou, para mim, por diversas razões. A primeira foi desenvolver minha primeira história e meu primeiro produto sozinho, meu objetivo principal. O segundo motivo foi mensurar como as pessoas se relacionavam com um e-book e com o nosso site. Peguei alguns resultados e alguns dados, continuei elaborando meus projetos.

Além disso, com o Pergaminho Virtual eu decidi começar a aplicar um pouco do que é o conceito de 1000 fãs reais.

Do MPV ao meu primeiro livro

Novembro foi se aproximando e comecei a perceber que estava ficando velho. Tive uma crise dos 20 anos em 2017 ao me comparar com grandes nomes da literatura brasileira na época do romantismo e sentia que precisava dar continuidade aos meus materiais autorais.

Lembrei-me do meu primeiro livro, escrito e esquecido em uma pasta dentro do computador e uma gaveta de casa, esperando mais revisões e comentários críticos.

Reli algumas vezes e fiz várias correções, ainda sem conseguir encontrar um resultado que me agradasse. A data de lançamento prevista era 20 de novembro, meu aniversário, outubro estava batendo à porta e eu não tinha sequer pensado na capa.

“Mas, João, como você conseguiu publicar seu livro sem gastar dinheiro?”

De volta à 2015, quando procurava informações sobre os métodos de produção, eu encontrei a plataforma da Amazon chamada KDP, Kindle Direct Publisher. Essa plataforma tem o intuito de fornecer aos autores uma maneira direta e rápida de publicarem seus livros tanto de maneira digital (para o Kindle) quanto um exemplar físico (vou chegar nessa parte ainda).

E como eu fiz tudo? Vou ensinar abaixo e você também vai ter esse poder em suas mãos.

Como publicar seu livro sem gastar dinheiro

Tudo começa, é claro, com o livro pronto. Depois de corrigir a história cinco vezes, senti que era hora de seguir em frente. Comecei o design da capa, inicialmente à mão e depois digitalmente. Dessa vez, eu mesmo fiz todo o projeto, sem contar com a ajuda da designer que fez a capa d’A Pedra no Caminho.

Dentro da plataforma da KDP, você encontra um menu para os autores que te oferece um passo a passo claro e intuitivo sobre qual será o formato e o estilo do seu livro.

Depois, você baixa um app para o Microsoft Word que serve para diagramar o seu livro. Então, primeiro, à forma, já que sobre conteúdo seria necessário fazer um post próprio.

Como diagramar seu livro

Basta instalar e inicializar o aplicativo do Kindle no seu Word e começar a editar o livro. O próprio app oferece um tutorial básico sobre como fazer a edição, e existem alguns pre-sets que agilizam tudo.

Um livro simples tem a seguinte organização:

  1. Folha de rosto;
  2. Registro autoral e ISBN;
  3. Dedicatória;
  4. Citação;
  5. Apresentação
  6. Introdução;
  7. Sumário;
  8. Prólogo (dependendo do livro);
  9. Capítulos;
  10. Epílogo (dependendo do livro);
  11. Agradecimentos;
  12. Índice;
  13. Referências bibliográficas (se precisar).

De maneira geral, todos os capítulos devem começar na página ímpar, embora, caso seja seu primeiro projeto, como foi o meu, isso não se faça uma regra tão rígida.

Além disso, alguns dos elementos são opcionais e dependem do material do livro (científico, fantasia, etc.).

Com a diagramação feita, que depende exclusivamente de indicar para o software o que é primeiro parágrafo de capítulo, o que é título, o que é citação ou poema ou nome de autor e da obra, podemos passar para a próxima etapa.

Como fazer a capa do seu livro

Com paciência e disposição, você pode arranjar algumas horas no seu dia para aprender a usar ferramentas como o Illustrator e o Photoshop. Contudo, se quer uma capa rápida e com um bom acabamento, a própria Amazon tem, dentro do KDP, um aplicativo que gera sua capa ideal com o mínimo de esforço.

Melhor ainda, ela já vem diagramada e preparada para o tamanho do seu livro, tendo também a lateral (que possui uma conta específica de acordo com o número de páginas e a gramatura do papel) e a parte de trás (que seria a back cover, em inglês).

Obviamente, se quer uma capa bonita e distinta, talvez valha a pena contratar um profissional para fazê-la, mas eu mesmo fiz a minha, tanto para a versão digital quanto para a versão física do livro, e com isso não gastei um real.

Disponibilize seu livro na Amazon

Sem grandes mistérios, a última etapa é colocar seu livro no aplicativo, decidir o quanto ele vai valer e enviar para avaliação.

Contudo, nessa última etapa entra um detalhe extremamente relevante.

Atualmente, a KDP do Brasil possui apenas estrutura para disponibilizar os livros digitais. Caso queira o livro físico, é necessário vendê-lo pela Amazon.com, ao invés da Amazon.com.br. Isso tem vantagens e desvantagens, como, por exemplo:

  • Vender pela Amazon.com implica em ganhar em dólar;
  • … mas também significa pagar taxa de importação e shipping em dólar;
  • Se o seu livro possuir uma versão em inglês, está aberto ao mercado internacional;
  • A compra, como é feita no site estrangeiro, é toda em inglês e eles só aceitam crédito;

E por aí vai.

Existe uma infinidade de questões a levar em conta, ainda assim, considerando que o valor médio de um livro, preço de capa (que eles disponibilizam para compra no espaço do autor desconsiderando o lucro da Amazon em cima do valor) ficará em torno de 2 dólares e 50 cents, com o dólar a aproximadamente 4 reais no momento em que escrevo isso, seu livro pronto sai a 10 reais a unidade.

Isso, claro, para qualquer volume que quiser comprar.

Por comparação, uma prestadora de serviços, para produzir a 10 reais a unidade pediria pelo menos 500 unidades encomendadas (o mais provável são 1000 unidades).

Essas unidades que encomenda no espaço do autor são suas para vender pelo valor que quiser, ou distribuir, e ainda existem as vendidas no site, que saem a, pelo menos, 5 dólares.

Ou seja, considerando que uma pessoa no Brasil compre seu livro pelo site, a esse preço mínimo de 5 dólares, somada uma taxa de shipping de mais uns 5 dólares, o total da venda é 10 dólares, ou aproximadamente 40 reais.

Isso fica muito mais barato que a maioria dos livros nas livrarias brasileiras, e com a segurança garantida de uma multinacional como a Amazon.

Epílogo: como publiquei meu segundo livro

Já estamos em 2018 nessa narrativa que durou 3 anos e muitos livros, contas e cálculos.

A Pedra no Caminho foi lançada digitalmente 15 de Maio de 2017, como um MPV. A Pergunta no Espelho veio em seguida, também digital, dia 20 de novembro do mesmo ano.

Pela facilidade, decidi produzir a versão física. Foi nessa etapa que gastei dinheiro, e valeu bastante a pena.

Para um maior acabamento, enviei o material para um revisor, e gastei com isso, com um certo desconto, 900 reais. Esse foi o único valor para produzir o livro, além dos livros que comprei pelo espaço do autor no KDP e revendi em seguida, conseguindo uma pequena margem de lucro, mais simbólica que tudo.

A Pergunta no Espelho, física, saiu de fato em fevereiro de 2018.

Mas eu não poderia parar por aí.

Foi quando decidi continuar meus projetos, juntei até mesmo com um fotógrafo para fazer um material profissional, e lancei meu segundo livro, por enquanto apenas em formato digital: Réquiem para um Amor.

O Réquiem era uma coletânea de contos e crônicas curtas produzidas ao longo desses três anos. Foi de certa forma o encerramento de um ciclo.

Para manter meus gastos baixos, mantive-o apenas digital e paguei por uma revisão, nos moldes do primeiro livro. Contudo, caso quisesse disponibilizá-lo como versão física, teria que fazer apenas algumas pequenas alterações e, em até 48 horas, o livro estaria à venda na Amazon.com.

Embora os e-books não sejam ainda produtos de consumo tão populares no Brasil, a tendência é que essa prática aumente, especialmente com o aumento no valor dos livros físicos e a digitalização crescente em todos os aspectos das nossas vidas.

Por isso, invisto nesse material tanto quanto em um livro físico. Muito do que vai determinar o sucesso e a popularidade do material não será onde ele se encontra, mas sobre o que ele fala (qualidade) e como você encontra seu público (marketing).

Espero que as dicas tenham ajudado.

João Scaldini

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Anúncios no Bing agora poderão utilizar dados do LinkedIn

A Microsoft anunciou recentemente que disponibilizará anúncios no Bing, a plataforma de pesquisas da empresa, utilizando dados de usuários cadastrados no Linkedin. A rede social de contatos profissionais foi adquirida pela gigante da tecnologia em 2016 e vinha passando por alguns processos de reformulação desde então.

De maneira geral, a mudança não representa grandes diferenças na maneira como o marketing digital analisava suas audiências. No Facebook, por exemplo, até junho de 2018 era possível usar os dados do Serasa para segmentar audiências.

O que o Bing Ads fará, então, será uma adaptação desse tipo de segmentação, usando carreira, empresa e setor de mercado como fatores de personalização mais eficiente, por se tratarem de dados mais atualizados e confiáveis.

Para as empresas que estão fazendo anúncios na internet, essa é mais uma oportunidade de melhorar suas taxas de conversão com conteúdos direcionados para públicos-alvo específicos, e abre margem para explorar como essas métricas serão afetadas na plataforma, que concorre diretamente com o Google.

Enquanto as empresas que usam o gigante das buscas focam no grande volume de usuários, a estratégia da Microsoft será voltada para anúncios mais segmentados.

“Essa é uma oportunidade incrível para negócios com anúncios B2B em particular”, afirmou  Janel Laravie, da Chacka Marketing.

Os resultados dessas campanhas demorarão a sair conforme as empresas juntem os dados de suas estratégias e conteúdos, mas essa pode ser uma oportunidade de experimentar segmentações voltadas para públicos mais fechados, buscando um melhor entendimento dos comportamentos dos públicos-alvo através desses testes.

A tendência para o futuro é fazer com que mais e mais anúncios no Bing usem de serviços comprados pela Microsoft para personalizar a experiência dos usuários. O Linkedin foi um passo importante para competir com o Google, e agora é preparar os anúncios e descobrir que campanha traz mais conversões. É importante sempre se manter atualizado e não se esquecer da lei da baixa conversão de cliques. 

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Fim do Google+ pode ensinar duras lições a outras empresas

O Google anunciou recentemente o fim do Google+, sua rede social e, também, um dos aplicativos com maior polêmica e problemas.

Anunciado em 2011, a plataforma era vista inicialmente como uma concorrente direta do Facebook, que já tinha por volta de 250 milhões de usuários na época. A estratégia foi criticada por membros da gigante da tecnologia, que achavam difícil alcançar a rede social de Zuckerberg.

Com um layout pouco intuitivo e uma estratégia de divulgação e crescimento ruim para usuários. Esses, inclusive, ainda encontravam outra dificuldade: os feedbacks quase nunca eram assimilados pela empresa em atualizações. O descrédito era tão grande que nem mesmo os funcionários acreditavam na plataforma. 

A plataforma teve ainda dificuldades para atrair desenvolvedores e empresas, que não tinham incentivo para entrar no ambiente. Os usuários, inclusive, ainda encontravam outra dificuldade: os feedbacks quase nunca eram assimilados pela empresa em atualizações. O descrédito era tão grande que nem mesmo os funcionários acreditavam na plataforma.

Por trás da fachada amigável, uma API com problemas que expôs dados de meio milhão de pessoas

Foi com uma desenvolvedora terceirizada, inclusive, que a plataforma teve seu fim decretado: um erro em API fez com que os dados de mais de 500 mil usuários estivessem disponíveis desde março.

Embora fechada para o público geral, o fim do Google+ não será completo: ele ainda será usado em alguns ambientes corporativos.

“O Google+ agora pode se concentrar em fazer o que já está fazendo muito bem: ajudar milhões de usuários ao redor do mundo a se conectarem com o interesse que eles amam. Aspectos do produto que não cumprem esta agenda foram ou serão retirados” – esse foi o anúncio quando a plataforma sofreu alterações em 2015, mudando seu direcionamento.

Com o fim do Google+, empresas e publicitários tem muito o que aprender. Uma das primeiras lições é se manter sempre atualizado: quaisquer estratégias de marketing que tinham como carro-chefe a rede social agora estão anulados.

É preciso se manter sempre atualizado e adotar novas tendências com a mesma rapidez em que se abandonam projetos que não deram certo. A maneira mais fácil de se fazer isso agora é se atentar às novidades do Google para futuras atualizações de plataformas e serviços, ou aguardar o próximo lançamento com olhar crítico para seu potencial e possíveis aplicações. 

Se quiser mais novidades nesse sentido, assine a newsletter no campo abaixo 🙂

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Anúncio nos status do WhatsApp podem se tornar uma realidade

A plataforma de mensagens pessoais WhatsApp pode começar a disponibilizar a possibilidade de anúncios nos status, semelhantes ao stories do Instagram, em breve. Um dos co-criadores do serviço disse que Mark Zuckerberg, atual acionista no comando da empresa, está buscando maneiras de rentabilizar o serviço já tem algum tempo.

Aparentemente, o que vem impedindo essa medida de ser adotada é a criptografia dos dados: nem o Facebook nem o WhatsApp enquanto empresa sabem do que falam os mais de 1 bilhão e meio de usuários do serviço.

A medida, inclusive, gerou repercussão e abandonos de um dos co-fundadores do aplicativo, Brian Acton, que disse em entrevista à Forbes que:

“Era como seu eu dissesse, bem, ‘vocês querem fazer essas coisas da qual eu discordo, então eu deveria sair do caminho para não me comprometer’, e foi o que eu fiz”.

Acton vinha já tendo problemas com o Facebook há algum tempo, e chegou a perder mais de 850 milhões de dólares em ações quando saiu da empresa, tudo por diferenças de posicionamento, aparentemente.

Por que o Facebook quer monetizar o WhatsApp?

Procurando recuperar o investimento da compra de mais de 20 bilhões de dólares, Zuckerberg quer encontrar uma maneira de usar essa base de usuários regular e volumosa. E não deve desistir. 

Isso levanta algumas questões sobre usabilidade e o objetivo da plataforma, que já enfrenta concorrência direta do Telegram e do Skype. O que vendia o WhatsApp até esse momento era a segurança das informações e a inexistência dos anúncios. 

Outra alternativa é a venda de ferramentas para empresas poderem se comunicar com seus clientes, mas como isso também esbarra na criptografia e segurança, nenhuma medida foi anunciada.

Fazer negociações e trocas talvez seja uma possibilidade no futuro da plataforma

De qualquer forma, é provável que, em breve, vejamos notícias mais sólidas sobre qual será o caminho escolhido pela companhia.

Independente da forma, é provável que algum modelo de monetização com marketing seja adotado, mas mesmo que as empresas se preparem para entrar na jogada, devem se preocupar com a migração dos usuários para outras plataformas mais “limpas”.

Outra reação negativa a uma tomada de decisões do Facebook pode prejudicar as empresas que usam alguma de suas plataformas para comunicação por anúncio com seus clientes.

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Agora ficou mais fácil monetizar seu streaming no Facebook

A rede social mais acessada do planeta lançou recentemente uma novidade muito boa para quem mexe com streaming de jogos e vídeos online: será possível monetizar mais canais e com maior facilidade através de um novo serviço de streaming no Facebook.

Para isso, foi criado um sistema de bonificação de estrelas, em que cada uma terá o valor de um centavo de dólar. Essa é mais uma investida da gigante da comunicação na área de vídeos, tentando enfrentar plataformas mais populares como o Twitch e o Youtube.

Agora, as empresas de jogos poderão facilitar a monetização dentro da plataforma com maior facilidade, o que vai ajudar bastante a aumentar a renda do seu negócio. Profissionais autônomos poderão fazer streaming no Facebook, desde que sigam as regras da plataforma.

Para usar o sistema de estrelas, é necessário:

  • Páginas na categoria de criação de video-games;
  • Ter feito pelo menos quatro horas de transmissão nos últimos 14 dias;
  • Ter pelo menos 100 seguidores;
  • Ter pelo menos 30 dias de vida.

Nada muito complicado para quem quer entrar no ramo de verdade e está decidido a investir nisso. Tendo essas características é só criar e se aplicar no Painel do Streamer, que inclusive permite transmissões em 1080p e 60fps, um aumento em qualidade comparado ao tradicional 720p das lives tradicionais em perfis pessoais e páginas. 

Parte do crescimento e da evolução da plataforma se deu com o feedback dos usuários do serviço.

Segundo Pedro Rodrigues, em entrevista para o Olhar Digital:

“(…) criadores de conteúdo experientes, nos ajudaram com feedbacks e com sua experiência de mercado.”

Esse é um bom indicativo de que o Facebook escuta e entende os usuários, o que torna novas possibilidades ainda mais plausíveis dentro do sistema de pagamento por estrelas virtuais.

As empresas  que quiserem investir na área de streaming podem começar a se preparar, porque, havendo sucesso, é provável que esse sistema de bonificação por streaming aumente e se expanda além dos jogos, podendo chegar às transmissões tradicionais em página. 

Além disso, como esse mercado de transmissão ao vivo está enorme, é uma excelente oportunidade para os profissionais buscando novas maneiras de rentabilizar alguma atividade.

O que achou da novidade em streaming no Facebook? Conta aí embaixo 🙂

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[Infográfico] Por que alguns conteúdos viralizam?

Como growth hacker, muitas vezes me perguntam como podem fazer para uma campanha viralizar e fazer a marca ou o produto escalar.

Entender quais são os gatilhos mentais que as pessoas utilizam é a melhor maneira de criar uma campanha que seja assertiva tanto em conteúdo quanto em forma.  Por isso, não pense apenas no que está vendendo ou para quem está vendendo, avalie também como as pessoas consomem e compartilham conteúdo.

Hoje, separei algumas dicas sobre o tema nesse infográfico abaixo. Confiram:

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Novidades no Instagram em tags podem melhorar suas vendas

O Instagram anunciou recentemente algumas mudanças na sua plataforma digital e uma das que chamou mais a atenção foi na área de shopping. A rede social agora disponibiliza tags de produtos nos stories, não só nos posts. Além disso, uma nova área na sessão de descoberta vai ser dedicada aos produtos.

Os testes para essas funções começaram já tem algum tempo, mas só agora começaram a aparecer mais regulares. No caso do sistema de tagging, a grande vantagem é que os stories não sofrem ainda com queda de desempenho por algorítimos, o que pode aumentar o ROI de quem trabalhar com marketing e vendas, já que os anúncios continuarão ali por 24 horas sem alterações no alcance.

Exemplo de tagging para venda em stories

Com isso, dá para pensar em mais campanhas e campanhas ainda mais criativas para atingir os usuários sem precisar pagar mais. A novidade da tagging, como funciona como as outras novidades no Instagram em shoppping, aliam o desejo do consumidor com benefícios para os negócios.

Já no caso da área de shopping dentro das descobertas, essa nova sessão vai ser personalizada de acordo com cada usuário, tendo ali dentro lojas que ele já acompanha e lojas que o sistema do Instagram vai entender como relevantes. Como até os produtos serão personalizados, essa é uma grande oportunidade de atingir nichos mais específicos.

Além disso, com essa mescla de lojas conhecidas e desconhecidas no perfil dos usuários, os negócios têm uma grande oportunidade de alcançar novos públicos com essa visualização orgânica e também de revender para os clientes já recorrentes, se aproveitando da nova função da plataforma para segmentar ainda melhor as vendas.

De acordo com o Ads Expresso: “Mesmo que ainda em teste, é provável que essa nova aba de shopping chegue à plataforma global nas próximas semanas, então é bom já ficar de olho para não perder o timing” (em tradução livre). Para saber mais atualizações leia esse artigo original deles.

Assim, para as empresas que querem aprimorar seus canais de venda e alcançar um ROI cada vez mais otimizado nas redes sociais, as novidades no Instagram pode ajudar bastante. É preciso ficar atento às implementações da plataforma para não perder tempo e ser sempre um dos primeiros a começar.

Para receber as notícias por e-mail, assine a newsletter por meio do formulário abaixo.

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Sete erros comuns em Facebook Ads

Quem acompanhou os últimos materiais no blog, já percebeu que eles são mais úteis para especialistas e pessoas inseridas no mercado. Esse vídeo de hoje é um pouco diferente, ele serve tanto para quem põe a mão na massa, um analista, um consultor, quanto para o empresário em si, que tem uma equipe, gerencia um time e precisa entender melhor o que tá acontecendo.

O primeiro erro é mexer em time que está ganhando

Mas o que eu quero dizer com mexer em time que tá ganhando?

É muito comum no mercado e em agências de marketing digital a ideia de que os anúncios precisam ser reinventados sempre. Diariamente, semanalmente, mensalmente, a gente precisa criar novos anúncios sempre.

Apesar disso ter uma parcela de verdade, sim a gente precisa testar anúncios, criar novos anúncios e sempre tentar ter o máximo de retorno possível no nosso investimento em Facebook Ads, não necessariamente a gente precisa desativar nossos anúncios que deram certo no mês passado.

Se eu tenho um anúncio que é atemporal, que não depende de época do ano, se ele dá certo e traz leads, vendas e visitas no site, independente do seu objetivo, com um custo vantajoso, não tem porque desativá-lo.

Desativar um anúncio só porque ele é antigo não faz sentido algum na minha opinião. Um anúncio sobre a Copa do Mundo não faz sentido manter depois do evento, mesmo com custo baixo, mas um exemplo que não tem nada a ver com eventos temporais, como um ebook de “Como reduzir custos em RH”, por exemplo, é um anúncio atemporal de um problema que continua existindo e não faz sentido desativar ele.

Pode parecer óbvio, mas isso acontece e as pessoas desativam os anúncios só porque eles são antigos.

O segundo erro é relacionado ao investimento em si

Quando eu pego um novo projeto, gosto sempre de deixar claro pro cliente que o investimento não precisa ser linear todo o mês.

O que eu faço é investir pouco no início, e eu só invisto mais dinheiro quando eu vejo que um anúncio tá trazendo bons retornos com um custo beneficio legal.

Então, se eu testo três campanhas para verificar gatilhos mentais, e vamos supor que tenho 900 reais por mês, ao invés de já começar investindo 300 reais por mês em cada anúncio e gastar todo o dinheiro, eu vou investir 100 reais por mês e só vou pôr mais dinheiro quando o custo benefício estiver legal.

Pode acontecer também de um anuncio dar mais certo que o outro, converter mais que o outro, então eu vou alocar dinheiro pros que trazem mais resultado, mas não vai ser de forma linear.

Para ser mais direto: você não precisa usar todo seu orçamento de uma vez só – você pode começar com pouco nos primeiros quinze dias e depois investir o resto nos anúncios com os melhores resultados.

O terceiro erro é não dar tempo para o Facebook aprender e otimizar seus anúncios

Hoje é muito óbvio que os anúncios do Facebook tem uma tendência de, seja pra lead venda ou clique, diminuir com o tempo.

Isso acontece porque o Facebook usa machine learning para aprender com erros e acertos. Se você deixar o Facebook ativo por trinta dias, ele vai aprender com os dados adquiridos e em 99% dos casos ( e sendo bem honesto nunca vi esse 1%), nos outros trinta dias você vai ter resultados melhores ainda.

Então, fica a dica: se você tem um anúncio que está dando certo, quanto mais tempo deixar ele ali, melhor vai ser seu resultado.

O quarto erro está um pouco relacionado ao primeiro e pode parecer um pouco contraditório, mas…

… o quarto erro é não testar o suficiente

Quando você cria anúncios no Facebook, sua chance de acertar de primeira é quase 0, então o que eu recomendo é criar variações de anúncios para, ao longo do tempo, e isso pode ser no período de uma semana, determinar qual tem o melhor resultado e qual tem o pior para focar numa estratégia mais assertiva e mais econômica.

Isso não quer dizer que você deva desativar todos os anúncios que cria. Você vai desativar só os que têm um desempenho ruim.

Geralmente, o tempo que precisa pra saber o desempenho de uma campanha é de uma semana. Então, se eu criar um anúncio hoje para sabão em pó, eu vou criar variações de chamadas, de imagens e CTAs, de tudo que for possível e fizer sentido para o cliente.

Dali uma semana, eu vou verificar qual rendeu melhor e descobrir se vale mais levar para o Whats App ou para o Messenger; se funcionou mais falar da roupa limpa ou da praticidade. Isso tudo são testes que não devem ser parados.

O quinto erro é se prender muito a detalhes

Eu vejo muitas empresas e profissionais da área se atendo a detalhes mínimos, parando anúncios por até uma semana, quando na prática não vão afetar efetivamente a campanha.

Um exemplo que vi recentemente conversando com colegas da área era de um anúncio que estava pronto, o site tava pronto, o link estava parametrizado, mas o cliente não quis liberar o anúncio porque eles não tinham o código HTML da cor da marca.

É um detalhe mínimo que não vai afetar no resultado final e as pessoas deixam de colher esses resultados mais cedo ou geram estresse desnecessário por questões assim.

Apesar da gente sempre querer perfeccionismo e as melhores imagens, temos que lembrar que o Facebook é uma mídia para gerar lucro, para gerar resultados, então você tem que testar várias formas e não focar em detalhes que atrasam esses resultados.

Até porque muitas vezes os resultados vêm de anúncios que a gente acha que não vão dar tão certo, e sendo um pouco imprevisível assim, esse é um dos casos em que perfeccionismo mais atrapalha do que ajuda.

O sexto erro é sobre rastrear os resultados que consegue com o Facebook Ads

Se você criar anúncios no Facebook sem rastrear, sem instalar os pixels e parametrizar os links pra ver os resultados no Google Analytics, terá resultados pobres que vão acompanhar a pessoa só até o momento em que ela saiu do Facebook. Depois que ela clicou no anúncio e entrou no site, você perde qualquer capacidade de rastreamento.

É um assunto um pouco complexo que eu não vou entrar aqui, mas sugiro pra quem não sabe desse assunto pesquisar sobre os pixels do Facebook e os UTMs do Google, esse é um conhecimento indispensável para você que quer otimizar seus anúncios do Facebook e na internet de maneira geral.

O sétimo e último erro está relacionado a uma coisa um pouco sentimental que eu vejo com muita frequência.

O sétimo erro é se apegar sentimentalmente às suas campanhas

Hoje mesmo eu estava conversando com uma cliente e enquanto mostrava alguns parâmetros e métricas, eu disse “não tá dando certo, vamos cancelar essa promoção, bola pra frente. Esse anúncio não traz retorno pra vocês”, e ela disse “ah, mas deu tanto trabalho para produzir”. Foi quando falei que “tá, mas não pode se apegar a certas coisas só porque deu muito trabalho. Bola pra frente, não dá pra você ter prejuízo porque se apegou a um conteúdo que deu trabalho ou trouxe boas experiências produzindo”.

O Facebook é uma mídia que serve pra te dar lucro, e se não tá te dando lucro, não adianta fazer esse investimento em Facebook Ads.

Inclusive, houve casos de eu dispensar totalmente o Facebook Ads para certos clientes porque não trazia resultados. Então, muito cuidado pra não se apegar a certos materiais e ao Facebook Ads como um todo.

Esses foram os sete erros que eu preparei hoje. É claro que existem outros vários, porque o Facebook é uma ferramenta complexa, e muita gente ainda comete erros, especialmente no Brasil, mas esses sete erros já são suficientes para abrir seus olhos e prestar atenção.

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